Revhead Theater: World’s Greatest Drag Race 7

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Vanderberg Air Force Base, Lompoc, Califórnia. Lar da 30th Space Wing do Comando Espacial da Força Aérea Americana. Fundada em 1941 como um centro de treinamento para forças de infantaria, atualmente a base é a terceira maior do país e tem a missão de colocar satélites em órbita polar a partir da Costa Oeste, usando impulsionadores descartáveis e reforçadores reutilizáveis. Também tem a importante missão de servir como uma das duas bases pacíficas de defesa em caso de possíveis ameaças de mísseis norte-coreanos ou iranianos, usando mísseis balísticos de alcance intermediário.

Dentro de seu complexo que ocupa uma área de 400 km² existe uma pista de pouso construída na década de 70 que conta com 4.572 metros de comprimento e superfície de concreto. Hoje, porém, vamos mostrar para vocês um tipo diferente de mísseis que os malucos da revista Motor Trend lançaram por lá.

Desde 2011 a revista reúne alguns dos mais rápidos carros testados recentemente para uma competição de arrancada simplesmente épica. Para a edição de 2017 o Departamento de Defesa americano autorizou o uso de uma base militar em funcionamento para tal feito. Apenas acho que eles poderiam ter explorado melhor o potencial de uma reta tão grande e ter estendido esse desafio para uma milha (1.609 metros). Mas isso é um mero pensamento, jamais uma reclamação.

Os competidores são:

– Alfa Romeo Giulia Quadrifoglio

– Aston Martin DB11

– Chevrolet Camaro ZL1 1LE

– Chevrolet Corvette Grand Sport

– Ferrari 488 GTB

– Lexus LC500

– McLaren 570GT

– Mercedes-Benz AMG GTR

– Nissan GT-R Nismo

– Porsche 718 Cayman S

– Porsche 911 Turbo S

– Tesla Model S P100D

Será que a força bruta e incrível aderência do GT-R ou do 911 levam vantagem? Arrisca seu palpite no torque instantâneo e o Ludicrous Mode do Tesla? Acha que é a vez da Giulia e seu motor derivado da Ferrari mostrar seu valor? Ou a leveza do Corvette vai falar mais alto e faturar a disputa?

Start your engines!

 

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A fina arte de fazer tudo errado

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Disclaimer: Já fazia um tempo que queria começar a escrever sobre filmes e não tinha um espaço apropriado, mas agora lembrei que esse blog é meu e eu faço o que quiser nele. Por isso aguarde para críticas, análises e outras coisas sobre filmes novos e antigos. Minhas críticas não terão notas para os filmes, não acredito que um filme possa ser classificado de forma quantitativa com números, dizer que tal filme é nota 7 diz nada pra mim. Um filme tem muitas variáveis para ser analisadas, cada tipo de filme tem que ser analisado de formas diferentes (Transformers não pode ser comparado com filme do Tarantino!) e no final cabe ao espectador julgar se gostou ou não, o papel do crítico é de passar o que sentiu quando viu o filme, sua opinião também é pessoal apesar de também ter conhecimento técnico. O crítico não é um ser supremo que sabe de tudo e sempre está certo, se encontrar com um desses por aí não leve a sério.

Por que indicamos filmes para as outras pessoas? Geralmente é por você ter gostado, ou ele tem uma temática interessante, ou até por ele servir como fonte de pesquisa. Mas e quando o filme é ruim? Não ruim como aquele blockbuster que só existe pra pegar carona no sucesso de algum jogo ou aqueles filmes toscos como Sharknado (2013) que foi criado para ser ruim. Estou falando de um filme que foi feito com as melhores intenções que saiu tão ruim que você recomenda a todos seus amigos só para eles conhecerem um novo nível de podridão. The Room é isso, o nível é tão baixo que virou um cult moderno. Continuar lendo

Brasileiros Na América

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A história da indústria automotiva brasileira teve início em 1919, com operários montando o Ford Model T num depósito na Rua Florêncio de Abreu, centro de São Paulo. As peças eram todas importadas. Os carros vinham desmontados e só contavam com a participação de brasileiros para reunir o “quebra cabeça”. Esse método, conhecido como Completely Knocked Down (CKD), seria seguido por outras empresas que foram se instalando por aqui. Continuar lendo

Injeção De Ânimo

Nota do excelentíssimo editor chefe Eduardo Rodrigues: Nessa segunda-feira, dia 11 de Setembro, foi o aniversário de quatro anos do Revhead. No lugar do tradicional editorial vamos publicar esse texto do nosso colunista Philippe Zelak pois não é todo dia que ele consegue entregar alguma coisa pronta. Divirtam-se, em breve o blog retornará com mais novidades.

Até perto do final dos anos 80 a injeção eletrônica de combustível era algo desconhecido dos carros brasileiros. Éramos totais dependentes de carburadores e afogadores e o álcool vivia seu auge, o que tornava a simples tarefa de dar partida no motor em dias frios ainda mais “divertida” para muita gente. Continuar lendo