Muito além das três letras

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Em meados da década de 1960 a Volkswagen estava passando por grandes mudanças. Precisava de uma modernização, e isso significaria se desprender da monocultura do Fusca (lançado nos anos 1930 e que já estava chegando ao fim de sua capacidade evolutiva) e também se recuperar frente ao quase fracasso que foram os Typ 4, que eram bastante diferentes do velho besouro, com mais espaço e luxo mas pecando por insistir no motor refrigerado a ar abrigado na traseira. Continuar lendo

O erro dos chineses

 

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A indústria automotiva era dominada por fabricantes de países europeus e norte americanos. Essa hegemonia começou a ser abalada nos anos 60 com a ascensão dos fabricantes japoneses, que vendiam carros baratos, econômicos e confiáveis. A crise do petróleo nos anos 70 ajudou muito os japoneses nos EUA, país onde um Ford Maverick com motor 6 cilindros de 3,3 litros era considerado como carro econômico . Continuar lendo

O dia em que a Toyota criou um carro esportivo e não sabia o que fazer com ele

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Por que um grande fabricante faz um superesportivo? Lucro é o último motivo, geralmente fazem para comemorar uma data importante, mostrar tudo que a engenharia deles é capaz ou apenas para revigorar a imagem, trazendo mais pessoas para o showroom. Fazer um superesportivo serve também para provar a qualidade de um fabricante novo em ascensão. Continuar lendo