O retorno do Rover V8

MG ZT 260

A Rover era um tradicional fabricante inglês que sempre ofereceu luxo e refinamento por um preço razoável, alguns modelos eram chamados de “poor man’s Rolls Royce” e a primeira ministra Margaret Thatcher sempre foi fiel ao Rover P5 durante o seu mandato. Depois de uma mal sucedida parceria com a Honda durante os anos 80 e 90, o fabricante inglês precisava urgentemente mudar a sua imagem e para isso ela precisava de um novo topo de linha, um carro que representasse essa mudança. O topo de linha anterior era o Rover 800, um sedã derivado do Honda Legend de 1985 sem a confiabilidade japonesa, mas com bancos bastante macios.  Continuar lendo

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Goes Like Hell

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No final dos anos 70 o preço da gasolina não parava de subir e os fabricantes norte-americanos continuavam fazendo carros grandes com motores de 6 e 8 cilindros (que estavam cada vez menos eficientes por causa das leis antipoluição), enquanto isso carros econômicos europeus e japoneses invadiam o mercado. A primeira das 3 grandes a reagir foi a Chrysler, que lançou em 1978 o Dodge Omni (e seu primo Plymouth Horizon), um carro compacto inspirado no Golf desenvolvido por sua divisão européia, a Simca. O Omni seguia a mesma fórmula básica de outros carros europeus, era um hatchback de 4 portas com motor transversal, tração dianteira, suspensão McPherson na dianteira e eixo de torção na traseira, o motor era um 4 cilindros em linha de 1,7 litro de 76 cv e 11,3 kgf·m fornecido pela Volkswagen e o cambio podia ser manual de 4 marchas ou automático de 3. Em 1981 passou a ser oferecido como opcional o motor de 2,2 litros desenvolvido pela Chrysler para os k-cars (Dodge Aries e Plymouth Reliant). Continuar lendo