Brasileiros Na América

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A história da indústria automotiva brasileira teve início em 1919, com operários montando o Ford Model T num depósito na Rua Florêncio de Abreu, centro de São Paulo. As peças eram todas importadas. Os carros vinham desmontados e só contavam com a participação de brasileiros para reunir o “quebra cabeça”. Esse método, conhecido como Completely Knocked Down (CKD), seria seguido por outras empresas que foram se instalando por aqui. Continuar lendo

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Injeção De Ânimo

Nota do excelentíssimo editor chefe Eduardo Rodrigues: Nessa segunda-feira, dia 11 de Setembro, foi o aniversário de quatro anos do Revhead. No lugar do tradicional editorial vamos publicar esse texto do nosso colunista Philippe Zelak pois não é todo dia que ele consegue entregar alguma coisa pronta. Divirtam-se, em breve o blog retornará com mais novidades.

Até perto do final dos anos 80 a injeção eletrônica de combustível era algo desconhecido dos carros brasileiros. Éramos totais dependentes de carburadores e afogadores e o álcool vivia seu auge, o que tornava a simples tarefa de dar partida no motor em dias frios ainda mais “divertida” para muita gente. Continuar lendo

10 motivos para o Santana ser melhor que o Monza

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O Vô vive reclamando da minha falta de comprometimento. Admito que não sou exatamente bom com cumprir deadlines e até mesmo algumas regras. Tirando isso, temos uma relação bem agradável, afinal, antes de ser meu patrão, ele é um grande amigo, porém, nada é perfeito… Como o Vô é um grande gravateiro e eu flerto muito com o lado APzeiro da vida, temos um conflito. Ele explicou aqui as razões dele. Hoje é minha vez de dizer porque acho o Volkswagen Santana é melhor do que o Chevrolet Monza. Afinal, o VW era tão avançado que o 2000 já veio na linha 1988. Continuar lendo

Muito além das três letras

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Em meados da década de 1960 a Volkswagen estava passando por grandes mudanças. Precisava de uma modernização, e isso significaria se desprender da monocultura do Fusca (lançado nos anos 1930 e que já estava chegando ao fim de sua capacidade evolutiva) e também se recuperar frente ao quase fracasso que foram os Typ 4, que eram bastante diferentes do velho besouro, com mais espaço e luxo mas pecando por insistir no motor refrigerado a ar abrigado na traseira. Continuar lendo