A fina arte de fazer tudo errado

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Disclaimer: Já fazia um tempo que queria começar a escrever sobre filmes e não tinha um espaço apropriado, mas agora lembrei que esse blog é meu e eu faço o que quiser nele. Por isso aguarde para críticas, análises e outras coisas sobre filmes novos e antigos. Minhas críticas não terão notas para os filmes, não acredito que um filme possa ser classificado de forma quantitativa com números, dizer que tal filme é nota 7 diz nada pra mim. Um filme tem muitas variáveis para ser analisadas, cada tipo de filme tem que ser analisado de formas diferentes (Transformers não pode ser comparado com filme do Tarantino!) e no final cabe ao espectador julgar se gostou ou não, o papel do crítico é de passar o que sentiu quando viu o filme, sua opinião também é pessoal apesar de também ter conhecimento técnico. O crítico não é um ser supremo que sabe de tudo e sempre está certo, se encontrar com um desses por aí não leve a sério.

Por que indicamos filmes para as outras pessoas? Geralmente é por você ter gostado, ou ele tem uma temática interessante, ou até por ele servir como fonte de pesquisa. Mas e quando o filme é ruim? Não ruim como aquele blockbuster que só existe pra pegar carona no sucesso de algum jogo ou aqueles filmes toscos como Sharknado (2013) que foi criado para ser ruim. Estou falando de um filme que foi feito com as melhores intenções que saiu tão ruim que você recomenda a todos seus amigos só para eles conhecerem um novo nível de podridão. The Room é isso, o nível é tão baixo que virou um cult moderno. Continuar lendo

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