Top 10 – Engine swaps de prateleira

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Great news! O Sandero R.S. foi lançado e é um retorno dos hot hatches nacionais moderamente acessíveis! O Sandero R.S. é um Renault Sport legítimo, com a benção da matriz francesa. A genialidade dele foi no uso d peças da prateleira da marca, o motor F4R de dois litros e o cambio de 6 marchas são os mesmos do Duster e do Megane e o volante veio do Clio R.S. europeu. Mas o assunto hoje não é o Sandero. São outros carros nacionais que poderiam usar peças da prateleira para ficarem bem mais interessantes. Continuar lendo

Christine, mais que um carro

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Para muitos os carros são apenas uma montanha de metal, borracha e plástico que serve pra te levar de um lugar a outro. Mas para os entusiastas eles são mais que isso, são amigos, companheiros e até parte da família, isso não seria diferente com a Christine. Christine é um Chevrolet Vectra Elegance modelo 2011 que meu pai comprou em Setembro de 2010, completo e com cambio manual. O carro já nasceu especial por vir com o computador de bordo, que estava em falta no fornecedor e foi instalado em poucos Elegance, e por vir com o cambio F23 da Getrag, caixa usada nos antigos Vectras 2,2 e nos 2,4 16v de exportação, a maioria dos 2 litros nacionais vieram com a F17-5 Plus sem ré sincronizada e subdimensionada para o torque do motor. Continuar lendo

Cadet – O pequeno Chevrolet do futuro

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A General Motors é o maior fabricante de automóveis dos Estados Unidos, seus carros e caminhonetes sempre estão no topo das listas de vendas, mas ela nunca conseguiu fazer um carro compacto bem sucedido. Corvair, Vega, Chevette, Cavalier, Sprint, Cobalt, Aveo, Spark e Sonic são algumas das tentativas da Chevrolet, a divisão de maior volume da GM, de vender carros pequenos mas nenhuma delas foram bem sucedidas no mercado, apesar de não serem carros ruins. Isso poderia ser diferente se a decisão certa fosse tomada em 1947. Continuar lendo

Um belo veludo por sinal

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Lançado em 1968, o Chevrolet Opala foi um grande sucesso no Brasil, o sedan e a perua Caravan eram muito apreciados por famílias das classes média e alta e o coupé fazia sucesso entre os entusiastas de esportivos, principalmente o modelo SS com o poderoso motor 250-S. Nos anos 80 com o fim do Ford Galaxie e do Dodge Dart, o Opala passou a ser o maior carro fabricado no país e, consequentemente, o modelo Diplomata virou o carro oficial dos executivos e empresários. Mas no final da década ele já estava mostrando sinais de cansaço, jovens executivos estavam migrando para concorrentes mais modernos, como o Volkswagen Santana. Com a abertura das importações em 1990 a idade do nosso grande Chevy ficou ainda mias mais evidente. O Opala precisava de um substituto. Continuar lendo