10 motivos para a Saab ser o fabricante mais legal do mundo

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Nem só de Volvo vive a Suécia, até 2011 existiu a Saab que era igualmente paranoica com segurança, porém muito mais ousada e louca. Em 2010 a General Motors fechou o fabricante sueco e deixou o mundo sem os carros mais legais que existem. Por que digo que são tão legais? Confiram 10 motivos para comprovar isso.

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Superando a crise

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Os efeitos das crises do petróleo nos carros americanos são um assunto recorrente aqui, por isso vou direto ao nosso protagonista. A plataforma Fox era a base dos novos compactos da Ford, era mais moderna, segura e eficiente do que as plataformas do Pinto e do Falcon que ainda eram usadas. O Mustang passou para a plataforma Fox em 1978 e foi lançado como modelo 79. Continuar lendo

A América contra ataca

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As crises do petróleo nos anos 70 provocaram um grande impacto no mercado automotivo norte americano e um dos setores mais afetados foi o de carros de luxo. Nos anos 80, jovens executivos (também conhecidos como yuppies) que tradicionalmente compravam Cadillacs, Lincolns e Chryslers passaram a migrar para carros europeus, Mercedes-Benz, BMW, Audi, Saab, Volvos e até Peugeots. O que eles mais apreciavam nesses sedans europeus eram o bom desempenho, o consumo baixo, a dirigibilidade e o acabamento, o rich corinthian leather e cromados dos carros americanos não agradavam aos jovens. Mas os grandes fabricantes americanos não ficaram parados vejam as respostas deles a essa invasão: Continuar lendo

Revhead Theater – Faszination on Nurburgring

Pode parecer um Porsche 911, mas não é, o carro do vídeo acima é um Ruf CTR. A Ruf foi fundada em 1939 por Alois Ruf e começou como uma pequena oficina em Pfaffenhausen, Alemanha. Nos anos 60 Alois começa a trabalhar com Porsches após ver um 356 girando fora de controle numa rodovia, em 1974 Alois Ruf morre e o comando da empresa é passado para o seu filho, Alois Ruf Jr. No ano seguinte a Ruf lança o seu primeiro Porsche 911 melhorado e em 1977 a pequena oficina de Pfaffenhausen desenvolve uma transmissão de 5 marchas para o 911 Turbo, coisa que a Porsche só começou a usar em 1989. A Ruf foi certificada pelo governo alemão como um fabricante de automóveis em 1981, a Porsche enviava para Pfaffenhausen carrocerias novas sem numeração de chassi e a Ruf terminava os carros, além de reforçar o monobloco enviado pela Porsche. Continuar lendo

Goes Like Hell

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No final dos anos 70 o preço da gasolina não parava de subir e os fabricantes norte-americanos continuavam fazendo carros grandes com motores de 6 e 8 cilindros (que estavam cada vez menos eficientes por causa das leis antipoluição), enquanto isso carros econômicos europeus e japoneses invadiam o mercado. A primeira das 3 grandes a reagir foi a Chrysler, que lançou em 1978 o Dodge Omni (e seu primo Plymouth Horizon), um carro compacto inspirado no Golf desenvolvido por sua divisão européia, a Simca. O Omni seguia a mesma fórmula básica de outros carros europeus, era um hatchback de 4 portas com motor transversal, tração dianteira, suspensão McPherson na dianteira e eixo de torção na traseira, o motor era um 4 cilindros em linha de 1,7 litro de 76 cv e 11,3 kgf·m fornecido pela Volkswagen e o cambio podia ser manual de 4 marchas ou automático de 3. Em 1981 passou a ser oferecido como opcional o motor de 2,2 litros desenvolvido pela Chrysler para os k-cars (Dodge Aries e Plymouth Reliant). Continuar lendo